Cego pelo Medo

Insights do Guia Pathwork® sobre como enfrentar nossos medos

É um erro pensar que tomar consciência de nossos medos - de nos voltar para eles e enfrentá-los na luz - lhes dará mais poder. No entanto, muitas vezes fechamos os olhos, na esperança de evitar algo desagradável. No Cego pelo Medo, uma coleção de percepções do Pathwork Guide, o medo é iluminado de muitas perspectivas.

Blinded by Fear oferece ideias do Pathwork Guide sobre como enfrentar nossos medos.

Pois, na verdade, não é a consciência de nossos medos que nos causa problemas, mas nossa atitude temerosa de até mesmo olhar para eles. Por não enfrentar nossos medos, continuamos lutando contra as partes de nós mesmos que por acaso estão com medo, agora. Nós comprimimos todo o nosso ser - incluindo nossos corpos - nos preparando contra os sentimentos de medo.

No entanto, é apenas trazendo nossos medos para o ar fresco de nossa consciência que eles perdem seu terrível rugido. Não precisamos mais ficar cegos pelo medo.

Como eu escrevi Cego pelo Medo

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CONTEÚDO

1 A mãe de todos os medos: o medo de si mesmo
Somente quando nossa busca pelo autoconhecimento se aprofunda é que nos damos conta de que o nosso maior temor é o medo de nós mesmos. Podemos reconhecer isso pelo retrocesso que fazemos quando se trata de ver nossa responsabilidade em nossos problemas; quando não enfrentamos nosso terror de abrir mão de nossas defesas, o que nos permitiria experimentar nossos sentimentos naturais.

E por que não permitimos que os movimentos naturais da alma nos guiem? Porque temos medo de onde eles irão nos levar. A simples consciência desse medo é um salto gigante na direção certa. Pois, se não estivermos cientes do quanto tememos a nós mesmos, o medo não pode ser superado.

2 Enfrentando totalmente nosso medo de amar
Como provavelmente já ouvimos, o amor é o maior poder que existe. Todo ensino espiritual ou filosófico, assim como todo erudito religioso e professor de psicologia, proclamam esta verdade: O amor é o único poder. Se você ama, você é poderoso, forte e seguro. Sem ele, você está separado, com medo e pobre. Parece bastante simples. No entanto, esse conhecimento realmente não nos ajuda a menos que tenhamos descoberto onde - bem no fundo - não podemos amar ou não amaremos. Por que resistimos em amar?

3 Encontrando a liberdade e a paz ao superar o medo do desconhecido
A vida é uma espécie de armadilha aonde estamos presos nessa luta para superar a dualidade entre a vida e a morte. A partir desse dilema fundamental derivam todos os nossos outros problemas, medos e tensões. Isso se manifesta no medo que temos da morte, assim como, no medo de envelhecer e no medo do desconhecido. Qual é a raiz comum de todos esses medos? 

4 Encontrando a verdadeira abundância ao atravessar o seu medo
Se resumirmos tudo, existem duas filosofias sobre esta "coisa" que chamamos vida e elas são, aparentemente, contraditórias. Uma transmite a perspectiva de que, se formos verdadeiramente maduros, precisamos aprender a aceitar a vida em seus termos. No melhor dos casos, teremos que aceitar o que não podemos mudar.

A outra escola de pensamento pressupõe que não precisamos aceitar nada. Todas essas coisas sobre aceitar as dificuldades, incluindo a morte, são totalmente desnecessárias. Nosso único destino é aquele que criamos para nós mesmos. À primeira vista, essas duas filosofias parecem se excluir mutuamente. Mas, talvez não. Seria possível encontrarmos um denominador comum que reúna os dois pressupostos? Na verdade, podemos: é o medo.

5 Renunciando à batalha cheia de medo para guardar nossos segredos
Toda dor e frustração são cascatas da dor primordial de não atingirmos todo o nosso potencial de nos doarmos aos outros e à vida. Por ourto lado, todo prazer e satisfação fluem do fato de se doar livremente, tirando da equação os "se", "e" ou "mas". Então, por que somos tão mesquinhos? Por que nos recusamos a nos doarmos espontaneamente? Isto se deve ao nosso medo das partes inconscientes em nós que criam padrões que sufocam a dor.

6 O doloroso conflito entre desejar e temer a intimidade
A nossa maior batalha interna é o cabo de guerra do puxa-empurra entre o desejo de superar a solidão e isolamento e o medo da intimidade com uma outra pessoa. São desejos igualmente fortes e que causam uma cisão interna, levando-nos a sentir uma tensão gigantesca.

Quando, finalmente, conseguimos superar algumas dificuldades e resistências, descobrimos que nossos medos não eram justificados; sentimo-nos aliviados e temos uma sensação renovada de vida. Só então, entramos em contato com nosso eu mais íntimo. Então, por que tememos o contato com nosso próprio núcleo ou com o núcleo de outra pessoa?

7 De que maneira o medo de se liberar do ego prejudica a felicidade
Sob o nosso pensamento equivocado, neurótico, inconsciente e comum, existe um conflito difícil, inserido em toda a humanidade: um profundo desejo arraigado de sermos felizes e, ao mesmo tempo, tememos a felicidade. E este medo está diretamente relacionado ao nosso pavor de renunciar. Da mesma forma, nosso desejo de ser feliz precisa estar embasado num profundo anseio de se soltar das garras do ego. Porque ambos estão conectados. Vamos agora mergulhar num nível mais profundo deste tópico para que possamos chegar a um novo entendimento.

8 Três coisas que sustentam a autorrealização
Neste capítulo, vamos entrelaçar três aspectos entre si e perceber como eles criam um ciclo pleno de autorrealização. Todos eles dependem do despertar do nosso eu mais íntimo e da ativação do núcleo que podemos chamar de Eu Real. Sem isso, é o nosso ego comandando o show. E enquanto nosso ego for nosso único motivador na vida, será impossível confiar na ideia de que a vida é segura. Ou não ter medo de amar. Também se torna improvável encontrar o delicado equilíbrio entre ser ativo e passivo. Vamos olhar isso mais de perto.

9 O medo básico da bem-aventurança

Através dos ensinamentos do Guia Pathwork, estamos aprendendo sobre a condição humana. Por exemplo, quando ignoramos de que maneira negamos nossa própria satisfação, estamos criando dificuldades para nós mesmos. Quando projetamos o que nos falta como algo fora de nós mesmos—colocando a culpa nas circunstâncias ou em outras pessoas—criamos mais atritos e pressões. Criamos confusões, mais complicações e nos tornamos ainda mais dependentes.

Se continuarmos a desviar o olhar de nossos bloqueios internos, preferindo acreditar que os outros ou o destino são a causa de todos os nossos problemas, continuaremos vivendo sob tensão e medo. Portanto, a consciência—de nossas próprias obstruções—determina tudo. Com esse entendimento, podemos compreender o verdadeiro significado da autorresponsabilidade.

Agora vamos conectar essas idéias a uma compreensão mais profunda deste mistério fundamental: por que dizemos “não” ao nosso desejo mais profundo pela felicidade mais intensa a qual se possa imaginar? O que faz a felicidade parecer perigosa e, portanto, indesejável? Vamos focar nossa luz nesta direção.


10 O que é o Pathwork®?
11 O que é Phoenesse®?
12 O que é "O Guia Fala"?

© 2019 Jill Loree. Todos os direitos reservados.

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